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Pabllo Vittar e Serginho do vôlei debatem sobre a importância do esporte para a inclusão

Pabllo Vittar
Fairmont
Em debate da marca NESCAU realizado ontem durante a Convenção de Vendas da Nestlé, a cantora Pabllo Vittar e o bi-campeão olímpico de vôlei Sergio Dutra Santos (Serginho), com mediação da apresentadora Fernanda Gentil, falaram sobre a importância do esporte para garantir a inclusão e oportunidades de desenvolvimento físico, social e econômico.
Uma das maiores cantoras do Brasil, Pabllo Vittar contou que já jogou vôlei e futebol quando mais nova, mas que foi outro esporte, a dança – que agora foi reconhecida como modalidade olímpica – que a conquistou e ajudou a moldar a sua confiança e até a sua carreira. “Comecei tendo aulas de dança com uma professora na escola, aos sábados, e depois em um centro comunitário, onde fazia balé e ginástica.
Também dançava muito com minhas irmãs na calçada em frente a nossa casa, e tudo isso me deu confiança para estar aqui hoje. E eu trago tudo que aprendi com a dança para a minha carreira, nos meus clipes, e incentivo as pessoas a também dançarem, a se divertirem e se expressarem”.
Para ela, a dança é uma exaltação do corpo humano e deixa as pessoas mais confiantes para fazer o que elas amam. “Fiquei muito feliz com a notícia de que a dança virou esporte olímpico e já estou ansiosa para assistir como vai ser esse babado das danças na competição e torcer para o Brasil, porque eu amo dançar. Quando eu comecei a dançar, eu me senti mais confiante, mais dona do meu lugar. Me mostrou que eu pertenço sim, e eu posso transitar e escolher por onde seguir”, afirmou ela.

Já Serginho, que acumula mais de 16 anos de carreira na Seleção Brasileira de Vôlei e quatro medalhas olímpicas, além de ser considerado o melhor líbero do mundo, mostrou como sua trajetória no esporte permitiu a ele deixar de ser um menino pobre de São Paulo e conquistar um lugar de destaque, tornando-se um vencedor.
“Meu pai é semianalfabeto e minha mãe dona de casa. Eles trabalhavam na lavoura de café e vieram para São Paulo para tentar a vida. E eu sempre prometi que ia dar uma casa para eles. Sempre tomei isso como uma causa para a minha vida e consegui realizar por meio do vôlei”.
Ele, que conta que começou jogando vôlei na rua, com uma bola que a mãe comprou achando que era de futebol, conta que recebeu muitos nãos na vida, mas que isso ajudou a moldar a sua personalidade. “Todos os ‘nãos’ que tive no início de carreira, tudo que consegui conquistar, devo a isso, ao respeito e à independência que o esporte me proporcionou. E tenho orgulho de ter terminado minha carreira com um grande ‘sim’”.

Realizada entre os dias 20 e 22 de janeiro, a convenção de vendas da Nestlé marca os 100 anos de presença da empresa no Brasil. O evento, online e realizado em uma plataforma gamificada em formato festival, contará com palcos com atrações exclusivas e de renome nacional e internacional. A convenção, que tem como mote “A gente faz o futuro” e traz os próprios colaboradores da Nestlé estrelando as peças de divulgação, terá grande foco em debater questões como diversidade e inclusão.

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MS

Escrito por alexbernardes