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Confira os 14 filmes da 5º edição do Festival Internacional de Cinema LGBTI

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A 5ª edição do Festival Internacional de Cinema LGBTI acontece entre os dias 28 e 30 de agosto na plataforma streaming LGBTflix. O evento é coordenado pela Embaixada da Bélgica e produzido pelas embaixadas da Alemanha, Austrália, Áustria, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Irlanda, Países Baixos e Uruguai em parceria com a plataforma #VoteLGBT e a Delegação da União Europeia no Brasil.

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O Evento ainda conta com o apoio institucional das embaixadas do Canadá, Estados Unidos, Suécia, Suíça e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Brasil.

O Festival Internacional de Cinema LGBTI é uma forma das embaixadas e instituições participantes reafirmam o seu compromisso com a igualdade e a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua orientação sexual e/ou identidade de gênero.

Não fugindo a regra dos eventos deste ano, a edição 2020 do Festival Internacional de Cinema LGBTI também será em formato online. A programação deste ano inclui 9 filmes internacionais, mas legendados em português, e mais 5 filmes nacionais.

A descoberta da própria identidade, o processo de transição de uma pessoa transexual, a possibilidade do amor na velhice, a história real de uma pessoa intersexual, a luta pela visibilidade e a homofobia são alguns dos temas que tratam os filmes.

O Festival Internacional de Cinema LGBTI poderá ser acompanhando através da LGBTflix, uma plataforma formada, principalmente, por curtas-metragens dirigidos por cineastas LGBTI+ brasileiros que abordam essa comunidade como tema.

PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA LGBTI

Todos os filmes estarão disponíveis na plataforma no período de 18h de 28 de agosto até 23h59 do dia 30 do mesmo mês, à exceção de uma produção. O filme “Erik&Erika’’ será exibido somente às 20h do dia 29 de agosto.

O TERCEIRO CASAMENTO [TROISIÈMES NOCES]. DIR. DAVID LAMBERT. 2018. 100 MIN. BÉLGICA. C.I. 14.

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Martin, um viúvo gay de 50 anos que mora em Bruxelas, aceita se casar por conveniência com a imigrante congolesa Tamara de 20 anos. Diferentes em todos os sentidos, essas duas pessoas fazem de tudo para convencer as autoridades de que seu casamento é real – e acabam se amando… cada um à sua maneira.

52 TERÇAS-FEIRAS [52 TUESDAYS]. DIR. SOPHIE HYDE. 2013. DRAMA, DOCUMENTÁRIO. 104 MIN. AUSTRÁLIA. C.I. 16.

Festival Internacional de Cinema LGBTI

A trajetória para a independência da menina Billie, de16 anos, é acelerada quando sua mãe revela planos de transição de gênero e seu tempo juntas fica limitado às tardes de terça-feira.

ERIK&ERIKA. DIR. REINHOLD BILGERI. 2018. DRAMA. 89 MIN. AUSTRIA. C.I. 16.

Festival Internacional de Cinema LGBTI

Na década de 1960, todo o país ficou emocionado com a história de Erika Schinegger, filha de um fazendeiro que alcançou fama e honra no mais austríaco de todos os esportes, o esqui. Com a introdução do “teste sexual” no esqui, ela e a Federação Austríaca de Esqui se tornam um escândalo: Erika é geneticamente um homem. Ninguém esperava isso. Nascida entre os sexos, Erika foi declarada uma menina ao nascer. Como Erika, ela foi celebrada, como Erik, foi rejeitada e acusada de fraude.

 

OS GOLFINHOS VÃO PARA O IESTE [LAS TONINHAS VAN AL ESTE]. DIR. GONZALO DELGADO, VERÓNICA PERROTA. 2016. COMÉDIA. 83 MIN. URUGUAI. C.I. 16.

Festival Internacional de Cinema LGBTI

Miguel Angel é um ex-artista gay de TV que vive recluso em Punta del Este. Há anos, não mantém contato com sua filha, que decide visita-lo e retomar o relacionamento. Ele resiste a isso, até que ela o informa de que vai ser mãe.

 

GALORE. DIR. DYLAN TONK, LAZLO TONK. 2019. 74 MIN. PAISES BAIXOS. C.I. 14.

Festival Internacional de Cinema LGBTI

Lutando por visibilidade e solidariedade, Lady Galore se tornou vital para a comunidade europeia de drag queens. Para Sander den Baas, o homem por trás de Lady Galore, essa devoção está começando a cobrar seu preço. Embora o peso seja o fator que trouxe fama e destaque à drag queen, Sander está lutando com um número crescente de problemas de saúde e acaba se sujeitando a uma cirurgia bariátrica, que pode lhe ajudar a ter uma vida mais saudável, mas que pode colocar em risco a marca registrada de Lady Galore.

CONSEQUÊNCIAS [POSLEDICE]. DIR. DARKO STANTE. 2018. DRAMA. 95 MIN. ESLOVÊNIA. C.I. 18.

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Depois de ser enviado para um centro de detenção juvenil, Andrej, de 18 anos, tem que lutar por seu lugar no grupo de presos, enquanto se aproxima de Zeljko, seu líder informal, e luta para manter seu segredo reprimido no escuro.

 

AMPHI. DIR. MATHIAS BROE. 2018. DINAMARCA. 30 MIN. C.I. 14

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Três jovens que não se conhecem são colocados em um anfiteatro abandonado e solicitados a desenvolver um projeto de arte em que seus corpos são o meio. Enquanto trabalham lado a lado e desenvolvem uma espécie de intimidade, os meninos falam sobre a maneira como percebem sua masculinidade e sexualidade.

NOBODY PASSES PERFECTLY. DIR. SASKIA BISP. 2009. 43 MIN. DINAMARCA. C.I. 14.

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Um filme mente-aberta e emocionalmente forte sobre identidade de gênero. Por meio de uma série de quadros estilísticos centrados em duas pessoas diferentes, suas vidas e sexualidade, o filme fornece uma visão pessoal e pouco ortodoxa do processo de definição e mudança da identidade de gênero.

 

80 EGUNEAN. DIR. JOSÉ MARI GOENAGA, JON GARAÑO. 2010. 105 MIN. ESPANHA. C.I. LIVRE

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Axun é uma mulher de 70 anos que cuida do ex-marido da sua filha. Surpreende-se ao ver que a mulher que cuida do enfermo ao lado é uma grande amiga de adolescência, Maitê. Rapidamente serão conscientes que a química entre elas permaneceu intacta.

 

QUEBRAMAR. DIR. CRIS LYRA. 2019. 27 MIN. DRAMA. BRASIL.

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Um grupo de jovens lésbicas de São Paulo viajam à praia para passar o ano novo. Lá, constróem refúgio físico e emocional para seus corpos e afetos através da amizade e da música. Nesse ambiente seguro e de cuidados mútuos, podem relaxar.

 

MEU CORPO É POLÍTICO. DIR. ALICE RIFF.  2017. 71 MIN. DOCUMENTÁRIO. BRASIL.

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Meu corpo é político aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.

 

MC JESS.  DIR. CARLA VILLA LOBOS. 2018. 20 MIN. DRAMA. BRASIL.

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Jéssica tem que enfrentar o preconceito cotidiano. Encontra na arte uma forma de se expressar e superar suas inseguranças.

 

O PORTEIRO DO DIA. DIR. FÁBIO LEAL. 2016. 26 MIN. DRAMA. BRASIL

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Marcelo é um jovem universitário. Márcio, o porteiro de seu prédio. Haverá uma explosão de mundos através de corpos.

 

TERRA SEM PECADO. DIR. MARCELO COSTA. 2019. 20 MIN. DOCUMENTÁRIO. BRASIL.

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“Terra sem pecado” é documentário curta-metragem que tem como proposta principal abordar a questão da homossexualidade entre os indígenas do Brasil. Para tanto contamos com os depoimentos de três indígenas homossexuais, que compartilham com o público suas experiências de vida e suas visões sobre o tema. Atualmente os indígenas LGBT sofrem preconceito dos próprios parentes, que reproduzem um comportamento que não faz parte de suas tradições. E quando saem de suas aldeias para os centros urbanos, sofrem duplo preconceito, por serem indígenas e por serem LGBT.

 

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Escrito por alexbernardes