São Paulo já pode preparar o L&L (look e o leque), porque a cena LGBT+ ganha um novo capítulo durante a semana da Parada do Orgulho 2026. O Pink Flamingo, um dos bares-balada mais babadeiros do Rio de Janeiro, desembarca oficialmente na capital paulista entre os dias 3 e 7 de junho, prometendo mexer com a noite paulistana.
Depois de sete anos consolidado no Rio, o Pink atravessa a Via Dutra com um projeto que vai além de uma simples filial. A ideia é adaptar a fórmula de sucesso carioca ao ritmo acelerado de São Paulo, criando um espaço que mistura a leveza do Rio com a intensidade paulistana. Traduzindo para o bom português LGBT+, é o encontro entre a gay do Posto 9 e a da Frei Caneca.
O responsável pelo projeto, Thiago Araujo, adianta que a essência continua intacta. A casa segue apostando em uma programação pop com shows de drags, festas temáticas e apresentações ao vivo com artistas nacionais e internacionais. Mas a grande novidade é o rooftop, que promete vistas privilegiadas em uma das avenidas mais disputadas do Brasil e já nasce com cara de point para selfies, olhares e aquela fofoca estratégica com skyline ao fundo.
O endereço ainda é mantido em sigilo, o que só aumenta o burburinho entre o público que acompanha a marca. Em um fim de semana que já atrai milhões de pessoas para a maior Parada LGBT+ do mundo, a estreia do Pink Flamingo em São Paulo chega com timing perfeito e ambição alta.
No clima da rivalidade saudável, a pergunta que fica no ar é simples e divertida. As gays do Rio vão ensinar São Paulo a relaxar ou as paulistanas vão mostrar como se domina uma pista com precisão cirúrgica. Se depender do Pink Flamingo, a resposta será um pouco dos dois, com muito pop, performance e liberdade para todo mundo brilhar.


