Gillette discute comportamento masculino e sofre ameaça de boicote

Gillette discute comportamento masculino e sofre ameaça de boicote

A Gillette tem sido alvo de críticas devido à sua nova campanha. The Best Men Can Be” (O Melhor que os homens podem ser) discute uma mudança de comportamento dos homens em relação à “masculinidade tóxica”. No vídeo, a marca aborda situações que envolvem machismo, bullying e assédio sexual.

Além disso, o filme mostra homens encorajados a mudar suas atitudes. O intuito, aliás, é contribuir para a formação de uma geração mais consciente. “Não podemos nos esconder. Está acontecendo há muito tempo. Não podemos mais rir disso, dando as mesmas desculpas”, diz um trecho.

Confira o comercial (em inglês):

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Críticas ao vídeo

Com mais de 20 milhões de visualizações no YouTube, o filme tem recebido comentários negativos. Há, ainda, ameaças de boicote por parte de alguns consumidores. Nesta sexta-feira (18), o filme contava com 545 mil likes. Em contrapartida, foram um milhão de deslikes deixados no vídeo.

Entre as críticas, o vídeo aponta comportamentos masculinos de assédio – o que alguns acreditam ser uma generalização. Outros, porém, vão além, e discordam do anúncio ter sido dirigido por uma mulher.

Em um comunicado, a marca se compromete a sempre desafiar a sociedade. “De hoje em diante, nós nos comprometemos a desafiar ativamente os estereótipos e as expectativas do que significa ser um homem em todos os lugares em que você vê a Gillette.”

Contudo, um fato que tem levado elogios à marca, para além da crítica, é a promessa de a doar US$ 1 milhão por ano, durante um triênio, para organizações sem fins lucrativos. Essas ONGs deverão ter programas projetados para “inspirar, educar e ajudar” homens de todas as idades a alcançar o seu melhor, tornando-se “modelo para a próxima geração”.

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