Leandro Luna vive drag queen na nova temporada da série “Desencontros”

Leandro Luna vive drag queen na nova temporada da série “Desencontros”

A segunda temporada da série “Desencontros”, do canal a cabo Sony, vai trazer a história de uma drag queen como grande elo na trama de um dos episódios. Com 8 capítulos, uma nova história é contada sempre com um casal como foco principal da trama. Nessa segunda temporada, um dos destaques é o episódio onde o ator Leandro Luna dá vida a Chico, também conhecido como a luxuosíssima drag queen, ‘Lady X’.

O episódio – que vai ao ar na próxima sexta-feira (3), fala sobre a relação de Thiago (Elam Lima) e Mônica (Samya Pascotto), um jovem casal heterossexual com turbulências e instabilidades no relacionamento. É ai que Chico/Lady X, entram em ação. Chico é irmão de Thiago e melhor amigo de Mônica. À noite dá vida à drag queen ‘Lady X’ e se apresenta em casas noturnas, onde também trabalha como hostess. É ‘Lady X’ a responsável por auxiliar o casal a elevar a relação à uma nova perspectiva.

“Intepretar uma drag queen é sempre um desafio para qualquer ator. Ter feito uma drag no musical ‘Priscilla, Rainha do Deserto’, há alguns anos, certamente me deu muita bagagem para essa personagem da série. Voz, postura, trejeitos e, até, andar de salto, são coisas que só se aprende fazendo. E no caso da série é, ainda, muito importante ampliar o alcance da arte dessas profissionais que trabalham duro para viver e, infelizmente, continuam sofrendo preconceito. Saber que essa personagem é a conexão pro amor, sendo o elo de ligação entre um casal que se ama é muito gratificante. Tenho certeza que todos vão adorar”, conta Leandro.

Reveillon Rio 2019

Leandro Luna também tem longa carreira no teatro e na dublagem. Em seu último longa-metragem, “VIVA – A Vida é uma Festa”, da Disney Pixar, Luna deu vida ao atrapalhado e encantador Héctor. Ele também protagoniza o musical ‘PACTO’, em cartaz no Teatro Porto Seguro, que recebeu 4 estrelas na revista Veja SP. Ao lado de André Loddi, ambos dão vida aos jovens Nathan Leopold e Richrad Loeb que ficaram conhecidos como os “assassinos do século”.

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